A estrutura social da Suazilandia é baseada num sistema de clans e através do casamento, eles são interligados. Há um sistema de classesvque regula os casamentos e entre a aristocracia a primeira esposa nunca é a principal e a segunda esposa com estatuto mais alto terá precedência. Um casamento preferêncial organizado pelos pais confere o estatuto mais alto na união, criando um laço permanente entre as duas familias.
A familia do noivo paga a “lobola” (um dote) na forma de gado de acordo com o estatuto da familia da noiva. A cerimónia tradicional de casamento pode levar todo o fim de semana antes da noiva ser ungida e indicar que a união teve lugar.
Os direitos de paternidade são adquiridos através da lobola e se não for dado nenhum gado, qualquer criança nascida da união será criada no seio da família materna.
As crianças são ensinadas a partilhar as coisa boas e os problemas da vida com os outros membros da familia. Disciplina e a partilha da responsabilidade familiar são incutidas desde tenra idade e a autoridade do pai é respeitada e obedecida. Os rapazes são ensinados pelos membros masculinos da familia a assumir papéis masculinos e competências e em semelhança, as raparigas aprendem com as suas mães e familiares femininos.
Os rapazes entram em regimentos no quais eles treinam com os seus pares, desenvolvendo com o mesmo grupo ao longo da vida, e é esperado que os membros dos regimentos se apoiem uns aos outros. Só quando um jovem adulto alcança a maturidade do estatuto de guerreiro é que pode considerar cortejar, já que as suas responsabilidades iniciais envolviam a participação em projectos nacionais e rituais.
Os avós ensinam os jovens a respeitar os seus pais e a velhice é tratada com reverência pela cultura.
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